ñ sei o q fazer,por favor alguém me dê uma luz nessa faculdade!
juserlania,3°periodo.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Luiz Ricardo Eloy de Lima 1ª Viagem
Depois de muita insistência
e para a alegria da galera
minha mãe me deixou
ir pra viagem tão fera
e para a alegria da galera
minha mãe me deixou
ir pra viagem tão fera
E para minha tristeza
a viajem já começou atrasada
Mas nada que abalasse a garotada.
the, the, the.
a viajem já começou atrasada
Mas nada que abalasse a garotada.
the, the, the.
O busão quase não chega
Ele deveria chegar em Jupi às 8 horas
mas só chegou às 9h15,
Mas com a minha presença
tudo fica na paz
a viagem foi tranqüila
e até forró com Vitória dancei, rsrsrs
Ele deveria chegar em Jupi às 8 horas
mas só chegou às 9h15,
Mas com a minha presença
tudo fica na paz
a viagem foi tranqüila
e até forró com Vitória dancei, rsrsrs
O aperreio foi que com a euforia da viagem
aquela alegria total
acabei esquecendo dos trabalhos de Geografia e de História
Esquecimento mental.
Mas o que vale eh o amor...
The...
A MENINA E A FOFOCARIA
Autora: Danyele Santiago ( 3° Período de Licenciatura em Pedagogia - UFRPE/UAG)
Com a sua licença vou lhe contar
O que aconteceu
Na cidade do Agreste
Que poucos fatos não ocorreu
Dentre muitos que lá encontrei
Darei destaque aquele que me encucou
Uma garota muito calada
Que com sua vida se abestalhou
Muito nova ela era
Pra saber o que queria
Mesmo assim ela dizia
Que não sabia o que fazia
Estava sempre de boca calada
Com aquela inocência inabalada
Ninguém imaginava se surpreender
Com a jovem tão educada
Disparou-se a falar
Tudo que via e ouvia
Daquela cidade do agreste
Que durante sua vida lhe acolhia
Contou fatos que ninguém esquecia
De modo que jamais se lembraria
De pessoas que jamais se esperaria
Com aquela inocência que ali se acabaria
Desde a passagem desse dia
Ninguém jamais se esqueceria
Do fato que ali ocorria
Com aquela moça quem diria?
Tal moça desse dia em diante
Não mais se abalaria
Passou a ser FIFI
E abriu uma fofocaria
E como muita gente
Gosta de fofocar
A fofocaria sempre
Tinha muita gente lá
E já ta fazendo sucesso
Em toda região
Acredita que tão querendo
Que vire profissão?
Autora: Danyele Santiago ( 3° Período de Licenciatura em Pedagogia - UFRPE/UAG)
Com a sua licença vou lhe contar
O que aconteceu
Na cidade do Agreste
Que poucos fatos não ocorreu
Dentre muitos que lá encontrei
Darei destaque aquele que me encucou
Uma garota muito calada
Que com sua vida se abestalhou
Muito nova ela era
Pra saber o que queria
Mesmo assim ela dizia
Que não sabia o que fazia
Estava sempre de boca calada
Com aquela inocência inabalada
Ninguém imaginava se surpreender
Com a jovem tão educada
Disparou-se a falar
Tudo que via e ouvia
Daquela cidade do agreste
Que durante sua vida lhe acolhia
Contou fatos que ninguém esquecia
De modo que jamais se lembraria
De pessoas que jamais se esperaria
Com aquela inocência que ali se acabaria
Desde a passagem desse dia
Ninguém jamais se esqueceria
Do fato que ali ocorria
Com aquela moça quem diria?
Tal moça desse dia em diante
Não mais se abalaria
Passou a ser FIFI
E abriu uma fofocaria
E como muita gente
Gosta de fofocar
A fofocaria sempre
Tinha muita gente lá
E já ta fazendo sucesso
Em toda região
Acredita que tão querendo
Que vire profissão?
A Flor Azul - (Sorana Melo, 3º Período de Pedagogia)
Venho através deste cordel
Contar a história da flor
Que enamorou-se pelo fel
De um belo cravo sem cor.
Muito antes do gato miar
Havia na mata sul
Uma velha que vivia a fiar
Sua cintilante manta azul.
A velha roubou das estrelas o brilho
Da pobre lagarta a seda
Da aranha pernuda o fio
E a manta aprontava-se de vereda.
Faltava-lhe apenas a cor
Que a velha muito esperta
Iria surrupiar da linda flor
Que já estava bem alerta.
A florzinha fugiu desprotegida
Encontrou um pequeno abrigo
Pensou: salvei minha vida!
Porém ainda corria perigo.
Estava, pobre dela, dentro de um porão
Frio, úmido e sem iluminação
Eis que aparece uma luzinha
Que aumenta de supetão.
Era o dono da casa
O cravo sem coração
Que queria saber quem apagara a brasa
Da lareira de sua solidão.
A pequena flor com medo
Resolveu contar seu segredo
Ao cravo que então lhe acolheu
Prometendo que agora seria amigo seu.
Apesar do mau humor
Constatou a pequenina
O cravo era legal, ou ao menos bom ator
Pois a tratou como uma rainha.
Tramaram juntos uma cilada
Para a velha abobalhada
Boba? Era só fachada
De boba a velha não tinha nada.
Descobriu a armadilha
E logo dela se livrou.
Enquanto a velha se valia
Da inteligência que a tomou...
Na casa do cravo
Pintava um clima diferente
Todos teriam gritado: Bravo!!
Com o beijo tão quente.
E com um beijo assim
Não poderia ser de outro jeito
A flor de azul ficou carmim
E o cravo com uma aceleração no peito.
Quando a velha a viu vermelha
Não acreditou no que via
Foi embora como uma centelha
Sem entender o que acontecia
E para acabar o cordel
Digo que a flor deixou de ser carmim
Transformou o fel em mel
E agora sim, este é o fim.
E perdendo um pouco a rima
Mas nunca o clichê...
Os dois viveram felizes para sempre!
Venho através deste cordel
Contar a história da flor
Que enamorou-se pelo fel
De um belo cravo sem cor.
Muito antes do gato miar
Havia na mata sul
Uma velha que vivia a fiar
Sua cintilante manta azul.
A velha roubou das estrelas o brilho
Da pobre lagarta a seda
Da aranha pernuda o fio
E a manta aprontava-se de vereda.
Faltava-lhe apenas a cor
Que a velha muito esperta
Iria surrupiar da linda flor
Que já estava bem alerta.
A florzinha fugiu desprotegida
Encontrou um pequeno abrigo
Pensou: salvei minha vida!
Porém ainda corria perigo.
Estava, pobre dela, dentro de um porão
Frio, úmido e sem iluminação
Eis que aparece uma luzinha
Que aumenta de supetão.
Era o dono da casa
O cravo sem coração
Que queria saber quem apagara a brasa
Da lareira de sua solidão.
A pequena flor com medo
Resolveu contar seu segredo
Ao cravo que então lhe acolheu
Prometendo que agora seria amigo seu.
Apesar do mau humor
Constatou a pequenina
O cravo era legal, ou ao menos bom ator
Pois a tratou como uma rainha.
Tramaram juntos uma cilada
Para a velha abobalhada
Boba? Era só fachada
De boba a velha não tinha nada.
Descobriu a armadilha
E logo dela se livrou.
Enquanto a velha se valia
Da inteligência que a tomou...
Na casa do cravo
Pintava um clima diferente
Todos teriam gritado: Bravo!!
Com o beijo tão quente.
E com um beijo assim
Não poderia ser de outro jeito
A flor de azul ficou carmim
E o cravo com uma aceleração no peito.
Quando a velha a viu vermelha
Não acreditou no que via
Foi embora como uma centelha
Sem entender o que acontecia
E para acabar o cordel
Digo que a flor deixou de ser carmim
Transformou o fel em mel
E agora sim, este é o fim.
E perdendo um pouco a rima
Mas nunca o clichê...
Os dois viveram felizes para sempre!
Querida amiga
Querida amiga Thais, cuidado!
Escute o que eu vou dizer: essa minha história, rima com você!
Observe com muita atenção: sintonia, rima e oração, todo cordel deve ter.
Em minha viagem vi de tudo, de pessoas a animais
Mas de tudo que me interessou foi o que o Mestre Vilatino me mostrou
Com suas obras que tanto me emocionou
Entre elas, sua bela história de vida
Onde retratou o grande cenário da vida
Morando em Caruaru, fez do barro seu amor.
Minha querida Thais, preste bastante atenção!
Agora que eu vou te mostar
Eu vou te dar um ensinamento, que pode te ilustrar
Fazendo das paisagens, um cordel pra te alegrar
Contudo, tudo é belo, é isso que eu espero
De uma menina tão meiga, que todos querem por perto.
Termino por falta de assunto, mas sempre com rumo
Que na próxima viagem te espero, pra contar tudo que realmente achei belo.
Creso Meneses - 3ºPeríodo de Pedagogia 2009.2
Escute o que eu vou dizer: essa minha história, rima com você!
Observe com muita atenção: sintonia, rima e oração, todo cordel deve ter.
Em minha viagem vi de tudo, de pessoas a animais
Mas de tudo que me interessou foi o que o Mestre Vilatino me mostrou
Com suas obras que tanto me emocionou
Entre elas, sua bela história de vida
Onde retratou o grande cenário da vida
Morando em Caruaru, fez do barro seu amor.
Minha querida Thais, preste bastante atenção!
Agora que eu vou te mostar
Eu vou te dar um ensinamento, que pode te ilustrar
Fazendo das paisagens, um cordel pra te alegrar
Contudo, tudo é belo, é isso que eu espero
De uma menina tão meiga, que todos querem por perto.
Termino por falta de assunto, mas sempre com rumo
Que na próxima viagem te espero, pra contar tudo que realmente achei belo.
Creso Meneses - 3ºPeríodo de Pedagogia 2009.2
6ª aula: 1ª V.A. (Produção Artística)
6ª aula de Arte na Prática Pedagógica I
Data: 16.09.2009
Professora: Vitória Amaral
Monitores: Adriana Ferreira (8° período) e Sidney Peterson (6° período)
1ª Avaliação de Aprendizagem (Produção Artística)
Laboratório de Informática, pesquisa e postagem no blog
Laboratório de Ensino para produção artística (Literatura de Cordel e Gravuras)
Data: 16.09.2009
Professora: Vitória Amaral
Monitores: Adriana Ferreira (8° período) e Sidney Peterson (6° período)
1ª Avaliação de Aprendizagem (Produção Artística)
Laboratório de Informática, pesquisa e postagem no blog
Laboratório de Ensino para produção artística (Literatura de Cordel e Gravuras)
5ª aula: Discussão sobre a entrevista de Profª. Ana Mae Barbosa (09/09/2009)
5ª aula de Arte na prática pedagógica I
Dia: 09.09.2009
Professora: Vitória Amaral
Monitores: Adriana Ferreira (8° período) e Sidney Peterson (6° período)
Leitura e discussão sobre o texto (criatividade, sensibilidade, belo, arte, pcn's)
Formulação dos grupos para apresentação de seminários;
Textos para seminários: A imagem no ensino de Arte , Tópicos Utópicos, Inquietações e mudanças no ensino da Arte, Arte/Educação: leitura no subsolo.
Grupo: 14/10: Sidney Peterson e Adriana Ferreira (monitores)
PS: A relação com nomes e datas dos demais grupos do seminário serão postados até o 30/09/2009.
Dia: 09.09.2009
Professora: Vitória Amaral
Monitores: Adriana Ferreira (8° período) e Sidney Peterson (6° período)
Leitura e discussão sobre o texto (criatividade, sensibilidade, belo, arte, pcn's)
Formulação dos grupos para apresentação de seminários;
Textos para seminários: A imagem no ensino de Arte , Tópicos Utópicos, Inquietações e mudanças no ensino da Arte, Arte/Educação: leitura no subsolo.
Grupo: 14/10: Sidney Peterson e Adriana Ferreira (monitores)
PS: A relação com nomes e datas dos demais grupos do seminário serão postados até o 30/09/2009.
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